Afinal…serão cinco
Afinal as
fundações a extinguir não serão quatro conforme recentemente fez eco a
comunicação social, mas sim cinco. A quinta fundação a ser encerrada é a
Fundação de Portugal, com a última sede conhecida no Castelo de Guimarães, onde
foram detectadas várias irregularidades.
Desde uma divida em onças de ouro
ao papa Clemente II e sucessores com quase 870 anos, o que faz cair por terra o
argumento que as dividas das Câmaras Municipais com sete ou oito anos, possam
ser consideradas dívidas antigas.
Passando pelos destinos da
Fundação de Portugal que estavam sob responsabilidade de vários ministros,
ex-ministros, presidentes e assessores, secretários de estado sendo uns da Maçonaria
outros do Benfica, até uma amante já reformada de um antigo presidente de junta
de freguesia que auferiam vencimentos mensais de alguns milhares de euros,
senhas de presença, talões de desconto na gasolina, tickets restaurante, carro
com motorista ou Vespa, conforme a pegada ecológica de cada um.
Acabando no relatório do tribunal
de contas, devidamente fundamentado, que deita pelas ruas da amargura todos os
investimentos feitos desde a descoberta do caminho marítimo para a India.
Ficou decidido que parte do
património será entregue á Troika para gestão durante os próximos 14 anos e o
restante será oportunamente alienado em asta publica tendo já sido contactados
possíveis interessados no Brasil na China e em Angola. A decisão já obteve o efusivo
aplauso do presidente da comissão europeia Senhor Doutor Presidente Durão
Barroso, e o protesto da Chanceler Alemã, que confidenciou também ter uma
divida para pagar á Grécia já com quase setenta anos e espera que eles não se
lembrem disso.
A Fundação de Portugal era até
agora considerada a mais antiga fundação europeia, pelo que a proliferação de
ratos e o cheiro a mofo, começava a ser insuportável para as populações, tendo
já originado várias alergias.
Guimarães já altamente penalizada
pela extinção da Fundação Cidade de Guimarães, vê agora desaparecer a Fundação
de Portugal…