terça-feira, 29 de setembro de 2009

FUTURO MAIS JUSTO...TALVEZ PARA OS POLITICOS

Tenho feito algum esforço mental, para entender porque motivos, ou razão justa está esta nossa classe política "acima de qualquer suspeita" colocada num patamar de benesses que não tem paralelo em qualquer actividade produtiva da sociedade. Sem sombra de dúvida que o esforço necessário a um deputado para não fechar os olhos durante os longos debates parlamentares é a todos os títulos louvavel. Hoje em dia talvez um pouco menos fastidioso, pois com a inclusão de computadores nas bancadas sempre dará para navegar na NET, enquanto decorre a feitura das leis da républica.
O trabalho de pesquisa que é necessário para encontrar no retalhado mapa nacional uns lotezinhos de terreno não posicionados na Reserva Ecológica, na Reserva Agricola, na Reserva Hidraulica, na Reserva Aérea ou outra qualquer que vai ser preciso alterar para não colidir com tão elevados interesses imobiliários.
O trabalho que será á saida de um qualquer tribunal depois de estar umas três ou quatro horas a ouvir um juiz ler o rol de acusações e a consequente pena aplicavel, ainda, ter de promover uma conferência de imprensa a anunciar uma qualquer candidatura alicerçada no veredito popular.
Por acaso até já me tinha esquecido dos julgamentos populares dos tempos do PREC.
A responsabilidade que é a de sair de um qualquer cargo ministerial e ter de aceitar á viva força uma nomeação para administrador de uma qualquer empresa pública ou mesmo um banco da nossa praça. Vai que o nomeado em causa preferia umas fériazinhas retemperadoras num qualquer destino paradisíaco.
Alguns há ligeiramentes diferentes, mas esses não tem o azar de irem parar a administradores de empresas públicas ou bancos.
Contudo uma reforma por inteiro no final de uma dúzia de anos de esforço afigura um futuro mais justo...Talvez para os politìcos.

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