UMA NOVA OPORTUNIDADE
Desta vez foi uma epidemia de saúde a nível mundial, que também aqui chegou com força de destruição implacável, em Verões passados foram fogos que queimaram milhares de hectares, destruíram habitações dizimaram vidas de pessoas e animais. Num passado inverno a força do mar destruiu instalações portuárias necessárias ao abastecimento de ilha açoreana. Noutro causou uma vaga de destruição e mortos na ilha da Madeira.Talvez num futuro próximo outra qualquer pandemia ou um catástrofe provocada pela natureza se abata sobre este planeta e por simpatia também sobre este cantinho à beira mar plantado.
Quando chegam, sempre sem avisar, quase nunca os meios, as pessoas os planos estão prontos para serem postos em pratica, para rapidamente se entrar no combate.
Encomendam-se no estrangeiro medicamentos e equipamentos a preço que forem aqueles que o produtor ou o fornecedor quiser. Descobre-se nessa altura que não há pessoas em numero suficiente para suprir as necessidades. Reúnem-se os políticos, os técnicos, os sectores apressadamente, para pensar por onde se vão dar inicio as hostilidades.
Quando acontece qualquer coisa repentinamente quase nunca a sociedade civil está em condições de entrar em cena de imediato para resolver a catástrofe.
UMA VELHA SOLUÇÃO
Temos Exercito, Marinha e Força a Aérea, cada uma destas vertentes com capacidade e prontidão para entrar no activo em pouco mais de 24 horas conforme a distancia e o tipo do acontecimento.Temos Hospitais recentes com pisos encerrados e outros desactivados por contenção de despesas no ministério das finanças. Temos hospitais militares desactivados facilmente reactivados em poucos dias. Temos laboratórios militares a meio gás e com capacidade para muito mais.
Industria de fardamentos facilmente reorganizada para produção de equipamentos especiais de protecção.
Temos industria neste país capaz de fazer automóveis (Citroen e VW ), e aviões (EMBRAIER), moldes para todo o mundo,em tempos idos já fizemos super-petroleiros.
Bastava repor um exercito funcional para em conjunto com a área de Engenharia Militar acudir rapidamente a qualquer necessidade. Um exercito mais vocacionado para força de Apoio e Emergência. Para cumprir as obrigações de segurança internacionais apenas são precisos dois ou três pelotões
Uma força aérea com meios para combater incêndios deslocar pessoas a distancias maiores, fazer abastecimentos em locais difíceis.
Uma marinha que não fosse apenas e só de barcos preparados para a guerra ou submarinos, que não sei se hoje, ainda estarão operacionais.
As forças armadas não serão panaceia para tudo, mas seriam uma força de rápida operacionalidade na maior parte das situações.
Vítor Simião