quarta-feira, 15 de abril de 2020

UMA NOVA OPORTUNIDADE 

Desta vez foi uma epidemia de saúde a nível mundial, que também aqui chegou com força de destruição implacável, em Verões passados foram fogos que queimaram milhares de hectares, destruíram habitações dizimaram vidas de pessoas e animais. Num passado inverno a força do mar destruiu instalações portuárias necessárias ao abastecimento de ilha açoreana. Noutro causou uma vaga de destruição e mortos na ilha da Madeira.
Talvez num futuro próximo outra qualquer pandemia ou um catástrofe provocada pela natureza se abata sobre este planeta e por simpatia também sobre este cantinho à beira mar plantado.
Quando chegam, sempre sem avisar, quase nunca os meios, as pessoas os planos estão prontos para serem postos em pratica, para rapidamente se entrar no combate.
Encomendam-se no estrangeiro medicamentos e equipamentos a preço que forem aqueles que o produtor ou o fornecedor quiser. Descobre-se nessa altura que não há pessoas em numero suficiente para suprir as necessidades. Reúnem-se  os políticos, os técnicos, os sectores apressadamente, para pensar por onde se vão dar inicio as hostilidades.
Quando acontece qualquer coisa repentinamente quase nunca a sociedade civil está em condições de entrar em cena de imediato para resolver a catástrofe.

UMA  VELHA SOLUÇÃO 

Temos Exercito, Marinha e Força a Aérea, cada uma destas vertentes com capacidade e prontidão para entrar no activo em pouco mais de 24 horas conforme a distancia e o tipo do acontecimento.
Temos Hospitais recentes com pisos encerrados e outros desactivados por contenção de despesas no ministério das finanças. Temos hospitais militares desactivados facilmente reactivados em poucos dias. Temos laboratórios militares a meio gás e com capacidade para muito mais.
Industria de fardamentos facilmente reorganizada para produção de equipamentos especiais de protecção.
Temos industria neste país capaz de  fazer automóveis (Citroen e VW ), e aviões (EMBRAIER), moldes para todo o mundo,em tempos idos já fizemos super-petroleiros.
Bastava repor um exercito funcional para em conjunto com a área de Engenharia Militar acudir rapidamente a qualquer necessidade. Um exercito mais vocacionado para força de Apoio e Emergência. Para cumprir as obrigações de segurança internacionais apenas são precisos dois ou três pelotões
Uma força aérea com meios para combater incêndios deslocar pessoas a distancias maiores, fazer abastecimentos em locais difíceis.
Uma marinha que não fosse apenas e só de barcos preparados para a guerra ou submarinos, que não sei se hoje, ainda estarão operacionais.
As forças armadas não serão panaceia para tudo, mas seriam uma força de rápida operacionalidade na maior parte das situações.
Vítor Simião







domingo, 5 de abril de 2020

Temos de produzir o que importamos

EPI Hospitalares

A industria portuguesa com competência e equipamento para tal está a seguir as indicações governamentais e a fabricar produtos de protecção para a pandemia vigente COVID19.
Aquilo que tem aparecido no mercado tem na quase totalidade procedência chinesa, vem em aviões fretados às toneladas e mesmo assim em quantidades muito abaixo das necessidades.
O Secretário de Estado em conferencia de imprensa da hora de almoço anuncia a criação de uma plataforma online, onde já há cerca de 100 empresas inscritas e, outras se podem inscrever para fazer luvas, mascaras, fatos e botas de protecção.
Para cumprir as normas exigíveis informa também que os produtos terão que ser aprovados pelas entidades competentes ou seja mais especificamente, inscrição no PORTAL DO LICENCIAMENTO, INFARMED, ASAE, PORTAL DA INSPECÇÃO e outros que uma eventual busca na NET nos apresenta.

Tudo isto poderia parecer muito simples a não ser:

E depois dos equipamentos produzidos submete-los a aprovação, a certificação a plataformas de encomendas, esperar pelas autorizações e certificados...
O COVID19 irá naturalmente passar, mas com a velocidade que são despachados os processos industriais em portugal, são estudados, autorizados e licenciados talvez os equipamentos que já estão em produção possam vir a ser úteis para o COVID 22 ou 23 ou venham a ficar simplesmente nas prateleiras em detrimento dos que continuarão a ser importados da China de TAIWAN ou qualquer outra procedência oriental.
Vítor Simião



 OS MILHÕES do NOSSO DESCONTENTAMENTO    Em 2013 entrei no estatuto de reformado com o valor mensal de 1178,81 euros, era por essa data o ...