sábado, 13 de junho de 2020

A NAÇÃO a preço de saldo

MARAVILHAS DA JANGADA de pedra
O BES não ia custar um euro aos portugueses.
O NOVO BANCO vendido a uma sociedade de fundos não ia custar um cêntimo aos portugueses.
A TAP foi vendida para não custar um tusto aos portugueses.
Os CTT foram transferidos para uma entidade que nem chega a ser banco nem correios para não custar nada aos portugueses.
A EDP foi vendida para dar uns milhares de euros a ganhar aos chineses, mas principalmente aos administradores que na verdade não tem os olhos em bico.
Alguns hospitais foram entregues à administração privada para deixarem de somar custos no Serviço Nacional de Saúde...alguns até já foram devolvidos.
Depois:
Pela calada da noite, ou em plena luz do dia, chega uma epidemia, pandemia ou simplesmente CoVid19 com nacionalidade chinesa ou talvez não, essa sim para custar aos portugueses e a outras nacionalidades primeiro vidas, depois desemprego, mais tarde custará austeridade. Havemos de pagar todos os milagres desta governação, assim como já pagamos de outras.
Para ajudar esta festa sem ajuntamentos, arraiais e sardinhas assadas há por aí empregados em layoff que nem são de empresas que ficaram sem facturação, porque já a não tinham, assim com nunca a tiveram; apenas tiveram e têm despesas sem vendas nem lucros.
São, a empregada da cozinha e da casa, o homem que trata da criação e da agricultura, o motorista dos recados de casa, porque na Segurança Social estão inscritos como outra coisa qualquer, nunca dependeram do resultado do negócio.
Transfere-se para o Brasil 10 000 euros diários em dias sucessivos para não dar nas vista no Banco de Portugal, provavelmente até poderiam transferir vinte ou trinta mil euros diariamente que o BdP também não iria dar por isso como não deu, nem dá pelos milhões que semanalmente passam para contas offshore.
Mas apesar de tudo há uma coisa que o governo, este ou outro que venha a seguir nos vai apresentar a cada um de nós, os que pagamos ou já pagámos IRS a conta de todas as falcatruas devidamente certificadas.
Vitor Simião 13-06-2020

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Acordo ortográfico, NÃO

Acordo ortográfico, não gosto, nunca gostei


Foi apresentado como forma de unir os utilizadores da língua portuguesa porque os outros milhões eram mais do que os humildes dez milhões que por aqui vão estando até que um qualquer vírus nos venha dizimar, ou esta jangada de pedra se afunde.
Não gosto quando um qualquer corrector ortográfico teime em alterar o que escrevo, quando exponho uma ideia na minha página do FACEBOOK, ou num escrito em página de EXCEL.
Temos Luís de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, mas também Jorge Amado,
Cecília Meireles ou Carlos Drummond de Andrade, escritores todos da língua Portuguesa.
Temos Ensaios, Romances, Poesia, Teatro escritos todos muito antes do famigerado acordo ortográfico ter sido impingido por politiquismo, para quem o mais importante não é, nunca foi ou será, a defesa da língua ou da escrita em português
Os de Angola continuam a escrever como sempre escreveram, os brasileiros também, com acordo ou sem ele a maioria não percebe patavina do que dizemos mesmo quando falamos o mais devagar que nos é possível.
Os Caboverdianos continuam no seu Crioulo e os Timorenses em Tétum.
Nós os que ficamos à beira mar plantados alteramos para uma linguagem em que as palavras chegam a ficar descontextualizadas.
Possivelmente grande numero dos consumidores de Pessoa, Camões ou Espanca são Brasileiros de um escalão de literacia mais evoluído, continuarão a consumir e entender como foi escrito sem necessidade de um qualquer acordo ortográfico para entenderem o que foi escrito. 
Não gosto de ser incomodado por correctores ortográficos. 
Termino com as palavras de Fernando Pessoa: 

 "Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem"



                                                                                                                                      

 OS MILHÕES do NOSSO DESCONTENTAMENTO    Em 2013 entrei no estatuto de reformado com o valor mensal de 1178,81 euros, era por essa data o ...