Parece que devido á nossa fraca formação académica, nos encontramos pelas ruas da amargura no que diz respeito a factores produtivos, quando em comparação com uma certa Europa somos confontados.
Julgo para mim, que também,por essa ou outra qualquer razão, também não estamos lá muito bem servidos quanto á classe politica que nos governa, agora, tal como a que nos governou, ou de nós se tem governado.
Porém todavia aquilo que eu mais gostava de ver implantado era assim como uma espécie de "NOVAS OPORTUNIDADES" para quem concorre ao preenchimento de cargos politicos por virtude do voto espresso, ou de nomeação por tais.
Não seria bem um curso como tal, mas sim uma avaliação de competências para aquilatar dos conhecimentos, para o desempenho de tão nobres funções, que no minimo dos minimos interferem bem ou mal, quase sempre mais mal do que bem no modo de vida do cidadão anónimo onde também eu me situo.
Só depois da obtenção do certificado de Reconhecimento e Validação de Conhecimentos e Competências, ficariam aptos a fazer constar o seu nome de uma qualquer lista partidária, partindo do princio que a equipa de avaliação, também ela já anteriormente avaliada, não seria por assim dizer lá muito das amizades dos candidatos á avaliação.
Penso, acho, estou em crer que seria uma boa solução para deixarmos de estar debaixo da alçada legislativa da mediocridade há muito implantada, para que esta nossa sina fadista conseguisse um dia destes deixar de morar nas ruas da amargura.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
OPORTUNIDADES
Como se avizinha, dentro da presente legislatura agora iniciada, a escolaridade obrigatória deverá vir a situar-se ao nível do 12º Ano.
São diversas as razões para tal acontecimento, todas elas com razões que a própria razão desconhece. Em primeiro lugar como forma de não despejar no mercado de trabalho pessoas com direitos e condições para tal: - Mais de 18 de idade e a escolaridade obrigatória actual - 9º Ano. Em segundo lugar ultrapassar lugares estatisticos inconvenientes quanto ao grau de formação da população portuguesa em termos médios, que não o da sua educação ou conhecimentos.
Em terceiro lugar, cumprir metas, ou vontades governativas, das quais não prevejo resultados, que, possaam conduzir á tão necessária e apregoada evolução tecnológica e produtiva, quando, a cada dia que passa mais escasseiam os meios de produção.
Até agora nada me fez parecer que o programa "NOVAS OPORTUNIDADES" faça, ou possa inverter essa situação de posicionamento estatistico na cauda da Europa dos vinte e sete.
É verdade que quem agora acabou um curso superior deva de estar pela casa dos vinte e poucos anos de idade, e sendo de prever apto para entrar no mercado de trabalho. Outros há que por impossibilidade de conseguir um posto de trabalho, e por alguma possibilidade financeira optam por continuar os estudos, fazendo mestrados ou até mesmo doutoramentos nas suas áreas de intervenção.
Outros há ainda que contrariando todas as lógicas, se sujeitam a empregos em áreas para as quais não obtiveram formação, com o inconveniente, como é de prever, e justo, pouco se venham a interessar pela evolução na carreira, dedicando o seu tempo mais á busca de alguma opção dentro da sua área formativa. A necessidade de sobrevivência a isso obriga...Contudo não deveria ser assim.
De qualquer modo entre uns e outros as suas possibilidades contribuitivas, poderão situar-se no máximo dos máximos em quarenta anos no horizonte da reforma se situar na casa dos sessenta e cinco anos de idade, imaginando eu, que quase todos os que optarem por mestrados ou doutoramentos, tentarão sempre que lhes for possível uma colocação em outro país que não Portugal, contribuindo desse modo para outro modelo de segurança social que não o nosso, mas também com melhores proventos, quando chegar a idade de reforma.
Assim sendo, porque não a alteração da idade de reforma para os quarenta e poucos anos de efectividade contributiva em detrimento da idade fixa de vida de sessenta e cinco anos por agora,...pois constantemente ouvimos da necessidade de prolongamento para sustentabilidade do sistema.
Desse modo iriam criar-se OPORTUNIDADES NOVAS para quem agora terminou os seus cursos superiores, que do mesmo modo que eu também terão direito á sua contribuição efectiva para a sociedade, criando situações para que eu, e muitos mais, não tenhamos que ter uma vida contributiva de cinquenta e um anos quando atingirmos os sessenta e cinco anos de idade.
Como se diria em tempos passados, quer se goste ou não seria: A BEM DA NAÇÂO.
São diversas as razões para tal acontecimento, todas elas com razões que a própria razão desconhece. Em primeiro lugar como forma de não despejar no mercado de trabalho pessoas com direitos e condições para tal: - Mais de 18 de idade e a escolaridade obrigatória actual - 9º Ano. Em segundo lugar ultrapassar lugares estatisticos inconvenientes quanto ao grau de formação da população portuguesa em termos médios, que não o da sua educação ou conhecimentos.
Em terceiro lugar, cumprir metas, ou vontades governativas, das quais não prevejo resultados, que, possaam conduzir á tão necessária e apregoada evolução tecnológica e produtiva, quando, a cada dia que passa mais escasseiam os meios de produção.
Até agora nada me fez parecer que o programa "NOVAS OPORTUNIDADES" faça, ou possa inverter essa situação de posicionamento estatistico na cauda da Europa dos vinte e sete.
É verdade que quem agora acabou um curso superior deva de estar pela casa dos vinte e poucos anos de idade, e sendo de prever apto para entrar no mercado de trabalho. Outros há que por impossibilidade de conseguir um posto de trabalho, e por alguma possibilidade financeira optam por continuar os estudos, fazendo mestrados ou até mesmo doutoramentos nas suas áreas de intervenção.
Outros há ainda que contrariando todas as lógicas, se sujeitam a empregos em áreas para as quais não obtiveram formação, com o inconveniente, como é de prever, e justo, pouco se venham a interessar pela evolução na carreira, dedicando o seu tempo mais á busca de alguma opção dentro da sua área formativa. A necessidade de sobrevivência a isso obriga...Contudo não deveria ser assim.
De qualquer modo entre uns e outros as suas possibilidades contribuitivas, poderão situar-se no máximo dos máximos em quarenta anos no horizonte da reforma se situar na casa dos sessenta e cinco anos de idade, imaginando eu, que quase todos os que optarem por mestrados ou doutoramentos, tentarão sempre que lhes for possível uma colocação em outro país que não Portugal, contribuindo desse modo para outro modelo de segurança social que não o nosso, mas também com melhores proventos, quando chegar a idade de reforma.
Assim sendo, porque não a alteração da idade de reforma para os quarenta e poucos anos de efectividade contributiva em detrimento da idade fixa de vida de sessenta e cinco anos por agora,...pois constantemente ouvimos da necessidade de prolongamento para sustentabilidade do sistema.
Desse modo iriam criar-se OPORTUNIDADES NOVAS para quem agora terminou os seus cursos superiores, que do mesmo modo que eu também terão direito á sua contribuição efectiva para a sociedade, criando situações para que eu, e muitos mais, não tenhamos que ter uma vida contributiva de cinquenta e um anos quando atingirmos os sessenta e cinco anos de idade.
Como se diria em tempos passados, quer se goste ou não seria: A BEM DA NAÇÂO.
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