Temos de produzir o que importamos
EPI Hospitalares
A industria portuguesa com competência e equipamento para tal está a seguir as indicações governamentais e a fabricar produtos de protecção para a pandemia vigente COVID19.
Aquilo que tem aparecido no mercado tem na quase totalidade procedência chinesa, vem em aviões fretados às toneladas e mesmo assim em quantidades muito abaixo das necessidades.
O Secretário de Estado em conferencia de imprensa da hora de almoço anuncia a criação de uma plataforma online, onde já há cerca de 100 empresas inscritas e, outras se podem inscrever para fazer luvas, mascaras, fatos e botas de protecção.
Para cumprir as normas exigíveis informa também que os produtos terão que ser aprovados pelas entidades competentes ou seja mais especificamente, inscrição no PORTAL DO LICENCIAMENTO, INFARMED, ASAE, PORTAL DA INSPECÇÃO e outros que uma eventual busca na NET nos apresenta.
Tudo isto poderia parecer muito simples a não ser:
E depois dos equipamentos produzidos submete-los a aprovação, a certificação a plataformas de encomendas, esperar pelas autorizações e certificados...
O COVID19 irá naturalmente passar, mas com a velocidade que são despachados os processos industriais em portugal, são estudados, autorizados e licenciados talvez os equipamentos que já estão em produção possam vir a ser úteis para o COVID 22 ou 23 ou venham a ficar simplesmente nas prateleiras em detrimento dos que continuarão a ser importados da China de TAIWAN ou qualquer outra procedência oriental.
Vítor Simião
Concordo...
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